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Emprego cresce 4,7% em junho, mostra pesquisa do Dieese

São Paulo - O nível de ocupação cresceu 4,7%, em junho, comparado ao mesmo mês de 2007, com a geração de 770 mil postos de trabalho e uma redução de 171 mil pessoas no universo de desempregados.A maior elevação ocorreu em Porto Alegre (8,1%), seguido pelo Distrito Federal (5,9%), Recife (5,6%), São Paulo (4,5%); Belo Horizonte (4,2%) e Salvador (1,5%). A maioria das novas vagas é do setor de serviços (339 mil), uma expansão de 3,9%. A indústria ofereceu outros 174 mil postos (6,9%); o comércio, 152 mil (5,7%); e a construção civil , 79 mil (9,6%).
Desde o início do ano, a capital mineira é a que mais tem impulsionado a oferta de vagas. A coordenadora da Pesquisa do Emprego e Desemprego (PED), realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Patrícia Lino Costa, atribuiu o resultado ao bom desempenho tanto da indústria, quanto dos serviços decorrentes deste setor e, ainda, da construção civil. “Em um ano, a taxa de desemprego em Belo Horizonte caiu 22%, um comportamento que se deve, principalmente, ao desempenho da indústria metal-mecânica, às siderúrgicas [alimentadas em especial pelo crescimento da indústria automobilística] e, especificamente, em junho, a construção civil foi a que mais se destacou”, explicou a economista.
A coordenadora explicou que, em Recife, embora a taxa de desemprego tenha crescido em 0,5%, em junho, em relação ao mês anterior, “com a melhora da perspectiva de contratação, as pessoas estão retornando ao mercado de trabalho”. Na análise de Patrícia Lino, o aumento pela procura por vagas fez que com a taxa de desemprego na capital pernambucana subisse dos 20,5% registrados em maio para 20,6%, em junho.'

Trabalho Infantil


Quanto mais cedo começam a trabalhar, menos chances de ascensão profissional têm os adolescentes, diz OIT
Mariana Jungmann Repórter da Agência Brasil


Brasília - Nem todas as formas de trabalho são vetadas aos adolescentes. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que eles podem trabalhar a partir dos 14 anos na condição de aprendiz, ou seja, em empresas que tenham um programa de aprendizado elaborado para recebê-los.
A partir dos 16 anos os adolescentes já podem trabalhar recebendo salário e desempenhando funções como um adulto, desde que elas não sejam insalubres e que a carga de trabalho não seja incompatível com as atividades escolares. Eles não podem trabalhar no período noturno e devem receber salário equivalente ao dos adultos, de acordo com o número de horas que trabalhem – mas nunca menos que um salário mínimo.
De acordo com Renato Mendes, coordenador de projetos para erradicação do trabalho infantil na Organização Internacional do Trabalho (OIT), respeitados esses critérios, não há problemas para o desenvolvimento físico ou psicológico do adolescente.
Mesmo assim, ele diz que, ao contrário do que indica o senso comum, quanto mais cedo se começa a trabalhar, menor será o salário na vida adulta. “A OIT tem um estudo que mostra que o trabalho precoce faz com que aquele adolescente absorva menos informação na escola. Isso prejudica a escalada dele na vida profissional, fazendo com que os que começam mais cedo tenham salários menores, porque geralmente têm menos tempo de estudo e menos conteúdo”, explicou Mendes.

Dezessete anos depois, lei de cotas para deficientes é aplicada só com ação fiscal


Mariana Jungmann Repórter da Agência Brasil


Brasília - Há 17 anos, uma lei que até hoje não é plenamente respeitada entrava em vigor, a que determina cotas para pessoas com deficiência em empresas com mais de 100 funcionários. A data de aniversário de sua promulgação, ontem (25), foi lembrada pelo assessor de fiscalização do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Rogério Reis, embora admitindo que as empresas ainda não têm cumprido completamente as cotas – especialmente as públicas, onde a contratação é feita por concurso e a rotatividade de funcionários é baixa.“As empresas não têm cumprido [a lei] ainda na sua integralidade. Tanto é que temos feito a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho mediante ação fiscal”, disse Reis.Segundo ele, apesar da lei vigorar desde 1991, só em 2000 a fiscalização passou a ser feita e, só em 2005, se tornou obrigatória no planejamento das regionais do ministério.Reis diz que a fiscalização desde então tem sido intensa. Em 2007, foram 22.314 pessoas inseridas no mercado de trabalho por meio autuações da fiscalização. Este ano, até junho, foram 11.139.“A meta é fazer com que todas as empresas cumpram a cota. Mas nós queremos pelo menos manter o mesmo número do ano passado”, observou. Quando indagado se o próprio ministério do trabalho cumpre a cota, ele explicou que, assim como outros órgãos, os empregados do MTE são regidos pela lei 8.112 e não pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e que, por isso, segue um regime de cotas diferente.“Essa lei de cotas só vale para a CLT. No caso dos ministérios e outros órgãos que são regidos pela 8.112, existem cotas 20% para pessoas com deficiência nos concursos públicos”.A lei faz uma graduação que vai de 2% a 5% de cotas dependendo do número de empregados.','').

Ministério da Fazenda autoriza aumento de quase 18% nas tarifas dos Correios

Brasília - O Ministério da Fazenda autorizou um reajuste de até 17,6% nos serviços postais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Embora autorizado desde quarta-feira (23), o reajuste ainda depende de portaria do Ministério das Comunicações para entrar em vigor.
Em média, o reajuste autorizado pelo ministério chega a 7,9%, mas, no caso das cartas de primeiro porte, com até 20 gramas, destinadas à Europa, o impacto no preço deve chegar a 17,6%.
Embora o reajuste tenha sido autorizado um dia após o fim da greve dos carteiros e do pessoal operacional, a assessoria de imprensa dos Correios garante que o aumento de tarifas não deve ser vinculado apenas aos índices concedidos à categoria.
A assessoria dos Correios informou ainda que desde março de 2007 não há reajustes de tarifas postais e que no cálculo do aumento deve ser levada em conta a elevação no preço dos combustíveis, dos aluguéis e de serviços como limpeza e conservação que têm subido devido à inflação.
A greve dos carteiros e do pessoal operacional dos Correios levou 21 dias. Com a paralisação, a categoria conseguiu um reajuste de 30% do salário-base para 43 mil carteiros a título de adicional de atividade, retroativo a junho de 2008.
Já os empregados do setor operacional que trabalham na distribuição e atendendo nos guichês das agências, a empresa vai continuar pagando o valor fixo de R$ 260. Ficou acertado também que os Correios e os empregados voltarão a discutir o Plano de Cargos, Carreiras e Salários de 2008 no próximo mês.
Durante a greve dos Correios, cerca de 130 milhões de correspondências deixaram de ser entregues
Daniel Lima Repórter da Agência Brasil

Cursos profissionalizantes do Sistema S terão mais vagas gratuitas

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Brasília - O ministro da Educação, Fernando Haddad, e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, assinam acordo que aumenta número de vagas gratuitas à educação profissional e tecnológica, nas entidades do Sistema S Brasília - Até 2014, dois terços das vagas dos cursos técnicos e profissionalizantes oferecidos pelas entidades do Sistema S deverão ser gratuitas e destinadas à população de baixa renda. Essa é a principal mudança prevista no protocolo assinado hoje (22) entre o Ministério da Educação e representantes do Sistema S, que reúne 11 entidades como Sesc, Sesi, Senai e Senac.
“Não é de hoje que nós jogamos luz a um problema urgente que o país precisa enfrentar, que é o acesso do jovem à educação profissional. Para promover esse acesso, nós concebemos um conjunto de iniciativas, uma vez que um ator só não conseguirá dar conta de toda a demanda social indispensável para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil”, defendeu o ministro da Educação Fernando Haddad.
O Sistema S arrecada por ano cerca de R$ 8 bilhões por contribuição compulsória de 2,5% sobre a folha de pagamento das empresas. Desses, 1,5% é repassado às entidades responsáveis pelo atendimento social e 1% à aprendizagem profissional. A proposta inicial de mudança feita pelo ministro Fernando Haddad previa, além do aumento da gratuidade das vagas, a inversão desses percentuais. O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, chegou a classificar a proposta como “uma tentativa encabulada de estatização”. Hoje, Monteiro e Haddad afirmam que chegaram a um acordo que atende às duas partes.
“A princípio o que nós estranhamos é que um projeto que claramente intervinha no sistema pudesse ser feito sem um diálogo prévio. Esse protocolo [assinado hoje] foi construído a partir de uma base de diálogo e de livre convergência. Ou seja, não foi fruto de nenhuma imposição, mas de uma negociação. Ele só foi construído porque houve uma livre adesão das partes. Não foi um triunfo dos empresários, mas do consenso”, afirmou Monteiro.
A porcentagem das vagas gratuitas oferecidas pelas entidades deve aumentar gradualmente até atingir 66,6% até 2014. Segundo Monteiro, hoje a gratuidade no Senai chega só a 40% das vagas. A quantidade das vagas gratuitas que serão oferecidas dependerá da demanda e da organização das unidades estaduais do sistema S.
O acordo prevê ainda que dois terços da receita líquida de contribuição compulsória devem ser destinadas às vagas gratuitas. Inicialmente, o MEC pedia a utilização de 100% desses recursos em atividades sem custos para a população. “O argumento trazido pelas confederações é legítimo, de que há espaço para uma subversão parcial, ou seja, para a cobrança abaixo do custo. Isso permitirá uma ampliação do atendimento”, ponderou Haddad.
Outra determinação é de que a carga horária mínima dos cursos técnicos seja 160 horas. Os percentuais de recursos destinados ao serviço social e à aprendizagem não foram alteradas, mantém-se em 60% e 40% respectivamente. Mas o novo acordo prevê que um terço dos recursos destinados a serviços sociais pelo Serviço da Indústria (Sesi) e pelo Serviço Social do Comércio (Sesc) deve ser aplicado em atividades da educação básica e continuada.

Oportunidades de Trabalho

Oportunidade de Trabalho - T&M Administrativo / Operacional

Experiência com atendimento a cliente, PABX, arquivos, agendas, cotações de hotel, passagem área, controle de motoboy. Imprescindível Inglês Fluente Desejável Espanhol Intermediário Forma de Contratação: CLT Local de Trabalho: Alphaville Consultor SAP Experiência com implementação e melhorias módulo FI e CO Imprescindível Inglês Fluente Forma de Contratação: PJ Local de Trabalho: São Paulo Analista de Testes Experiência com testes de performance Conhecimento em desenvolvimento de sistemas e infra estrutura Imprescindível Inglês Fluente Forma de contratação: PJ Local de Trabalho: São Paulo Arquiteto de Testes Experiência com elaboração de planos e casos de testes, extração de casos de testes, preparação e configuração do ambiente de testes, integração e execução de testes, elaboração de relatórios gerenciais de posicionamento da execução de testes Imprescindível Inglês Fluente Forma de contratação: PJ Local de Trabalho: São Paulo
Elaine Ballestero
Recursos HumanosT&M Testes de Software (BRZ (55 11) 4191.5456
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Greenpeace abre vaga para assessor de imprensa em Manaus 14/07/2008 - 08:57:47
O Greenpeace Brasil abriu vaga para um assessor de imprensa em Manaus. Os candidatos devem ter nível superior completo em jornalismo, inglês fluente, excelente redação em português e inglês e boa rede de contatos na mídia.Ainda são requisitos o domínio de editor de texto, planilhas eletrônicas e navegadores de internet, além de conhecimento de Photoshop e disponibilidade para viagens.Os interessados podem enviar currículo até 15/8 para o e-mail cv@br.greenpeace.org, escrevendo “Assessor de Imprensa” no campo do assunto

Nova legislação aumenta notificações de acidentes de trabalho no país


Da Agência Brasil


Brasília - A lei que define novos critérios para o Seguro Acidente de Trabalho (SAT), implantada em abril de 2007, já está gerando aumento nos números de benefícios acidentários no país. Segundo a advogada Juliana de Oliveira Xavier Ribeiro, esse aumento não reflete, necessariamente, aumento no número de acidentes de trabalho, mas a redução da sub-notificação.Segundo a advogada, que integra o Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário, a nova legislação alterou o ônus da prova de nexo entre a doença adquirida e o trabalho realizado.“Antes não era vantagem para a empresa comunicar o acidente do trabalho. Agora, como existe cruzamento de dados, não é mais necessária a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) emitida pela a empresa. As empresas antes não informavam corretamente os número de acidentes do trabalho que ocorriam. Com a nova sistemática isso já vai aparecer de uma maneira mais transparente”, afirmou, em entrevista à Rádio Nacional.Para a advogada, a nova legislação deve estimular a adoção de políticas de prevenção de acidentes e doenças profissionais, reduzindo as alíquotas do Fator Acidentário de Prevenção (FAP) - percentual pago pelas empresas à Previdência Social de acordo com a atividade e o risco que oferece ao trabalhador - para aquelas empresas que investem em segurança e saúde do trabalhador.

Projeto proíbe participação de crianças em publicidade


Priscilla Mazenotti Repórter da Agência Brasil

Brasília - A publicidade de produtos infantis dirigida especificamente às crianças pode ser proibida se o Congresso Nacional aprovar projeto que trata do assunto. Pela proposta, aprovada nessa semana pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara, fica proibido qualquer tipo de publicidade em rádio, televisão e internet de produtos ou serviços dirigidos às crianças, entre 7h e 21h. Esse tipo de divulgação deverá ser dirigida diretamente ao público adulto.
Aprovado em meio às comemorações dos 18 anos do Estatudo da Criança e do Adolescente (ECA), o texto proíbe ainda o merchandising (publicidade indireta colocada em programas de televisão, com a exposição de produtos) durante programas infantis e também o direcionamento desse tipo de publicidade por meio de e-mails, telefone ou celular, além de vetar a sugestão de que a compra de determinado produto poderá tornar a criança ou o adolescente superior a seus semelhantes. Crianças e adolescentes também estarão proibidos de fazer propagandas. Só serão permitidas publicidades institucionais ligadas a assuntos como saúde e educação.
A idéia, segundo o texto da deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG) aprovado na Comissão, é evitar que crianças pressionem seus pais para comprar produtos que, muitas vezes, não têm condições financeiras de adquirí-los. “A própria relação entre pais e filhos pode ser abalada, pois os pais, muitas vezes, não vão conseguir explicar aos menores o porquê de não poderem comprar o produto”, diz a deputada em seu voto favorável à aprovação da matéria.
O texto do projeto causou indignação nos setores ligados a agências de publicidade. “Parlamentar precisa parar de pensar bobagem”, desabafou o presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Distrito Federal, Fernando Bretas. “Não precisamos ser tutelados, a sociedade brasileira hoje é madura. A indústria da propaganda tem instrumentos, como o Conar [Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária], que pode fazer isso sem ônus para a sociedade e para o governo”, completou.
Bretas criticou a proposta, afirmando que é preciso haver uma discussão séria sobre o assunto. ”O Congresso não precisa ficar aprovando lei porque um deputado assim ou assado acha. Basta chamar a sociedade, as entidades que representam a indústria e colocar o assunto em discussão”, disse Bretas. Ele ainda alertou que os maiores “perdedores”, caso o projeto seja aprovado, serão os veículos de comunicação. “As agências não vão perder porque o dinheiro vai migrar para outros lugares”, disse.
“O meu olhar é um olhar na criança e na formação da educação. Não pensei em fazer isso para castigar um setor da sociedade. Com certeza o setor vai ter de achar uma outra maneira para substituir a questão do dinheiro”, rebateu a deputada Maria do Carmo Lara, autora do projeto.
Se, por um lado, o setor de publicidade e propaganda criticou o projeto, a regulamentação da publicidade infantil encontrou, por outro, o apoio de especialistas. O gerente do Núcleo de Qualificação e Relações Acadêmicas da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi), Guilherme Canela, é um dos que apóiam a nova regra. “O projeto gera um debate importante na sociedade a respeito das crianças que queremos formar, crianças que não serão superestimuladas por mensagens de consumo ou que tenham outras preocupações, além de consumir esse ou aquele produto”, disse. “A proposta não resolve problemas imediatos, mas passa um recado para a sociedade: não é bom estimular o consumismo entre as crianças”, completou.
Segundo o projeto, o descumprimento da determinação poderá acarretar a proibição de veiculação da publicidade e multa, de acordo com a gravidade da infração, da vantagem auferida e da condição econômica do fornecedor. O projeto ainda responsabiliza, independente de culpa, o fornecedor do produto ou serviço, a agência publicitária e a mídia usada para a veiculação. O projeto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para tramitação no Senado.'

Emprego na indústria cresce 2,1% em maio na comparação com o mesmo mês de 2007


Thais Leitão Repórter da Agência Brasil


Rio de Janeiro - Os empregos na indústria ficaram praticamente inalterados (-0,1%) em maio na comparação com o mês anterior. Já em relação a maio de 2007, houve expansão de 2,1%. O resultado completa uma seqüência de 23 taxas positivas neste tipo de comparação. De acordo com os dados divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ritmo de crescimento verificado em maio na comparação anual, no entanto, é “menos intenso que o observado nos últimos meses”. Ainda de acordo com o levantamento, de janeiro a maio deste ano, o emprego industrial acumula alta de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado, e de 2,7% nos últimos 12 meses. Os salários dos trabalhadores do setor subiram 0,8% em relação a abril. Na comparação com maio de 2007, houve aumento de 7,0%. No ano, a folha de pagamento acumula alta de 6,4%. Já o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria recuou 0,7% em maio na comparação com abril. Em relação a maio de 2007, houve crescimento de 1,6%. O índice acumula no ano alta de 2,6%. O levantamento do IBGE aponta ainda que as contratações superaram as demissões em nove dos 14 locais investigados e em 12 dos 18 segmentos pesquisados, na comparação com maio de 2007. Os principais avanços foram verificados em São Paulo (3,9%), Minas Gerais (3,5%) e Região Norte e Centro-Oeste (2,3%). Setorialmente, houve expansão nas indústrias de máquinas e equipamentos (10,7%), meios de transporte (9,7%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,3%), produtos de metal (8,6%) e alimentos e bebidas (2,9%). Por outro lado, os empregos recuaram nas indústrias de calçados e artigos de couro (-11,9%), de vestuário (-5,9%) e têxtil (-7,2%).

Justiça determina que insalubridade seja calculada sobre salário contratual


Luciana Lima Repórter da Agência Brasil


Brasília - O salário mínimo não pode mais servir de base para o cálculo do adicional de insalubridade. A decisão consta na Súmula 228 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) publicada no Diário da Justiça de hoje (4).
Na última sessão do Tribunal Pleno, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o adicional de insalubridade deve ser calculado sobre o salário básico, salvo critério mais vantajoso fixado em acordos coletivos.
Além disso, o adicional de insalubridade passa a fazer parte da base de cálculo da hora extra. A decisão retroage ao dia 9 de maio de 2008. “A base de cálculo da hora extra é o resultado da soma do salário contratual mais o adicional de insalubridade”, decidiu o STF.
A decisão agradou uma das categorias mais atingidas pelas condições de trabalho insalubres: os metalúrgicos. Cerca de 20% desses profissionais recebem o adicional de insalubridade e terão aumento no contra-cheque.
De acordo com o secretário de Assuntos Parlamentares da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), Carlos Cavalcante Lacerda, os trabalhadores vinham recebendo, em média, R$ 80 pelo adicional de insalubridade.
Pelos seus cálculos, o adicional agora será de R$ 400. Lacerda informou que a média salarial da categoria é de R$ 2 mil. A maioria dos metalúrgicos que recebem insalubridade são os que trabalham em fornos e auto-fornos. “O ideal para nós seria que nenhum trabalhador precisasse receber o adicional de insalubridade. No entanto, isso ainda não é uma realidade”, considerou o secretário da CNTM, entidade que no início deste ano entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a mudança no cálculo do adicional de insalubridade

Oportunidades de Empregos

ENC: Vaga - Assistente Administrativo - INGLES E ESPANHOL FLUNTES
Build Up, empresa prestadora de serviços em Administração de Recursos Humanos, pertencente a um grupo multinacional francês contrata: Profissional com 04 anos de experiência em Assessoria a Diretoria em rotinas administrativas diversas, organização de agenda e controle de gastos. INGLÊS E ESPANHOL FLUENTES (imprescindível - conversação e escrita). Usuário de Pacote Office. Ensino médio completo ou superior em andamento. Os interessados deverão encaminhar cv sob o código ASSIST para e-mail: vera.giovanelli@buildup.com.br Vera Lucia Giovanelli Build Up Recursos Humanos Tel 55 11 3121 5207 Fax 55 11 3121 5202 vera.giovanelli@buildup.com.br http://www.buildup.com.br/
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GERENTE-EXECUTIVO(A) DE COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO
O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidades Social, uma organização não-governamental sem fins lucrativos, cuja missão é “mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa”, deseja receber currículos de profissionais interessados em atuar como GERENTE-EXECUTIVO(A) DE COMUNICAÇÃO E MOBILIZAÇÃO.

Perfil geral
da Função
Responsável pela gerência-executiva da área de Comunicação e Mobilização. Suas atribuições incluirão a gestão de informações estratégicas, conteúdos e comunicação interna e a implementação de estratégias de comunicação e mobilização com as organizações que induzem o comportamento socialmente responsável das empresas, especialmente a mídia, o meio acadêmico e organizações empresariais.

Atribuições
da Função
· Responsabilizar-se pela elaboração, implementação e acompanhamento do plano de comunicação e mobilização da organização;
· Gerenciar o conteúdo do site do Instituto Ethos;
· Gerenciar o planejamento, orçamento, acompanhamento das atividades de comunicação e mobilização e responder pelo processo de negociação com fornecedores de conteúdo e outros afins;
· Gerenciar o cronograma de trabalho, desenvolver relatórios e fazer avaliação das atividades;
· Elaborar e monitorar o orçamento da área de Comunicação e Mobilização;
· Gerenciar os planos e ações que envolvam toda e qualquer comunicação da marca e imagem do Instituto Ethos para a sociedade;
· Gerenciar as atividades de comunicação de modo a estabelecer total sinergia com a estratégia da organização, fortalecendo-a na sociedade;
· Gerenciar e buscar a integração das redes compostas por empresas, veículos de mídia, universidades e entidades empresariais;
· Gerenciar e coordenar as atividades realizadas pelos coordenadores de projetos e programas da área de Comunicação e Mobilização;
· Desenvolver parcerias com a mídia;
· Gerenciar os prêmios desenvolvidos pelo Instituto Ethos e seus parceiros;
· Gerenciar o núcleo de eventos institucionais;
· Articular ações com as áreas de projetos, com o objetivo de apoiar a mobilização de recursos;

Experiência e
Conhecimentos Esperados
· Vasto conhecimento profissional em comunicação institucional, com atuação prévia em empresa;
· Conhecimento e experiência em mobilização de redes, especialmente de empresas, universidades e jornalistas.
· Formação preferencialmente em comunicação;
· Domínio sobre os fundamentos da comunicação digital;
· Desejável vivência na sociedade civil organizada;
· Relacionamento com as assessorias de imprensa das empresas nacionais e multinacionais;
· Inglês (fluente) e espanhol (desejável);
· Domínio de ferramentas básicas de informática, como usuário (Word, Excel, Power Point).

Habilidades
Desejadas
· Estar alinhado(a) com a missão do Instituto Ethos;
· Ter consciência dos valores éticos;
· Ter habilidade de negociação;
· Ter criatividade;
· Ser articulado(a)
· Ter bom nível de informação;
· Ter facilidade para falar em público;
· Ter compromisso com resultados;
· Ter facilidade em assumir compromisso com a equipe e a instituição;
· Ter disponibilidade para viagens;
· Ter bom humor;

Características
do Cargo
· Período integral (40 horas semanais)
· Salário compatível com a função.

Por valorizar a diversidade em seus quadros, o Instituto Ethos leva em consideração a eqüidade de gênero e raça e a participação de pessoas com deficiência em seus processos de seleção.

Os interessados devem encaminhar currículo para cvsite@ethos.org.br até o dia 31 de JULHO, especificando o código G1010;
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Fundamento busca Executivo de Atendimento Jr. 03/07/2008 - 08:57:47

A agência Fundamento está selecionando candidatos interessados em ocupar o cargo de Executivo de Atendimento Jr. O profissional vai atuar em contas especializadas em saúde e indústria farmacêutica.O candidato deve ter formação em jornalismo ou relações públicas, além de experiência comprovada de no mínimo dois anos na comunicação de empresas de saúde ou em agências.Fluência na língua inglesa (escrito e oral), excelente redação e conhecimentos técnicos em medicina e saúde também são essenciais. O selecionado trabalhará em horário comercial e o salário é a combinar.Os candidatos podem enviar currículo no corpo do e-mail para rh@fundamento.com.br, colocando no assunto da mensagem “Executivo Saúde”.
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CDN abre vaga para gerente sênior 03/07/2008 - 08:57:45
A CDN abriu uma vaga para o cargo de gerente sênior.Os candidatos devem ter fluência na língua inglesa e experiência em atendimento a empresas de bens de consumo. É imprescindível perfil dinâmico, além de bom texto. Os interessados podem encaminhar o currículo para o e-mail viviane@cdn.com.br
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Febraban lança programa de capacitação para portadores de deficiência

Agência Brasil
São Paulo - A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lança hoje o Programa de Capacitação Profissional e Inclusão de Pessoas com Deficiência no Setor Bancário. Será às 8h30 no Hotel Transamérica. O projeto é uma ação afirmativa do Programa de Valorização da Diversidade, lançado em abril. O objetivo do projeto piloto é permitir o aprimoramento educacional ou mesmo oferecer o supletivo do ensino médio, para que seja possível a capacitação profissional de portadores de deficiência e sua inclusão no mercado de trabalho bancário. Pesquisa feita em 2006 indica que 78,7% das pessoas com deficiência têm menos de oito anos de escolaridade. Experiência realizada no passado indicou que sem complementação educacional essas pessoas não têm condições de acompanhar a qualificação técnica. Parceria público-privada, o programa é uma iniciativa da Febraban com a participação da Prefeitura de São Paulo, a universidade UniSant’Anna e o cursinho da Poli, além da consultoria I-Social. O projeto prevê a participarão de 529 pessoas com deficiência que se dividirão entre o Aprimoramento Educacional e o Supletivo do Segundo Grau.

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