voltar ao topo

bLOCO LINKS ADSENSE

Empregabilidade

Empregabilidade
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A empregabilidade baseia-se numa recente nomenclatura dada à capacidade de adequação do profissional às novas necessidades e dinâmica dos novos mercados de trabalho. Com o advento das novas tecnologias, globalização da produção, abertura das economias, internacionalização do capital e as constantes mudanças que vêm afetando o ambiente das organizações, surge a necessidade de adaptação a tais fatores por parte dos empresários e profissionais.
O termo empregabilidade foi criado por José Augusto Minarelli, no fim dos anos 90. Remete à capacidade de um profissional estar empregado, mas muito mais do que isso, à capacidade do profissional de ter a sua carreira protegida dos riscos inerentes ao mercado de trabalho.
José Augusto Minarelli estabelece, o que ele chama de seis pilares da empregabilidade, que garantem a segurança profissional do indivíduo.
Os seis pilares
Adequação da profissão à vocação
Uma vez que para torna-se um bom profissional e um ser humano realizado, o indivíduo deve conciliar a sua função com a capacidade e paixão pelo que faz.
Competências
preparo técnico;
capacidade de liderar pessoas;
habilidade política;
habilidade de comunicação oral e escrita em pelo menos dois idiomas;
habilidade em marketing;
habilidade de vendas;
capacidade de utilização dos recursos tecnológicos

Idoneidade
entre outros:
ética
conduta;
correção;
respeito

Saúde física e mental
Cuidar do equilíbrio, do desgaste exagerado, cuidar do corpo, pessoas saudáveis tem bons relacionamentos e interage de maneira favorável, evitar vícios como fumo, álcool e drogas. Manter sua auto-estima e sua capacidade de realizar projetos.

Reserva financeira e fontes alternativas de aquisição de renda
a perda do emprego significa a perda da entrada de receita, você deve fazer uma reserva mês a mês, a reserva é uma defesa uma garantia que o sustenta. O projeto profissional deve ocorrer paralelamente, seu negócio próprio de qualquer dimensão, também pode ser uma fonte alternativa de renda.

Relacionamentos
Quem conhece pessoas, adquire informações importantes e relevantes, uma pessoa cuidadosa registra seus relacionamentos. Guarda e cuida deles, retorna as ligações, que podem ser oportunidades de trabalho. Em termos profissionais é muito importante ter uma networking, uma forma de se manter conectado a sua rede de relacionamentos. Mantenha contato com essas pessoas.

Empregabilidade e relacionamento
Nem sempre é possível fazer reservas financeiras face ao período de desemprego. Avaliando existem vários tipos de desemprego: desemprego cultural, desemprego estrutural, etc.
Vários são os motivos que levam as empresas a demitir e as empresas também podem falir, dificultando, inclusive, que o empregado ou o trabalhador sobre qualquer relacionamento faça reservas financeiras.
Então, o que fazer? Acumular dívidas face ao desemprego não programado pode acontecer. Para isso, existem e devem existir os programas sociais de governo que garantem a inclusão do trabalhador no mercado de trabalho.
Os governos devem ter assistência social rápida e eficiente e o trabalhador, como consumidor, deve ser defendido a qualquer custo, pois, afinal, é uma pessoa.
Para que existem órgãos de defesa do consumidor, não é mesmo? Para que existem seguros na hora das compras, não é mesmo?
O bom empregador é um agente transformador.O bom empregador dá ou concede oportunidades de crescimento pessoal, profissional, financeiro inclusive.
O bom empregador não julga ou fica preso a idéias pré-concebidas. O bom empregador é aquele que faz diferença na vida de um profissional, aperfeiçoando-o em todos os aspectos.

Empregabilidade e Aparência
No mundo globalizado, os empregadores não podem e nem devem ser tão rigorosos com padrões pré-existentes de vestuário. Afinal os funcionários tem orçamento , e , dentro desse orçamento uma parcela é para vestuário. Não podemos viver de aparências e sim de resultados profissionais importantes.
Os empresários devem olhar além da aparência procurando ver o potencial. As empresas precisam muito mais do que funcionários bem obedientes, precisam da capacidade "pensante" dos seus funcionários.
Muitas empresas absorvem padrões muito rígidos de beleza ou de aparência que torna o relacionamento empregado- empresa muito desgastante. O funcionário pode gastar além do seu orçamento em vestuário e pode contrair divídas maiores para sustentar um padrão de vida que pode sofrer modificações.
O vestuário está condicionado ao orçamento que está condicionado ao salário. Dentro do percentual do salário é que se gastará bem comprando roupas. O bom empregador até oferece bons convênios com lojas e hipermercados ou atacadistas para beneficiar seus funcionários.
Uma das características do bom patrão é de ser "protetor". O bom patrão entende que o funcionário agrega valor a sua marca e está disposto a valorizar seu funcionário.
O bom patrão está disposto a treinar, a educar e a transformar. O funcionário é produto também para a empresa. Então as empresas contratam quem tem restrições e cooperam para o crescimento pessoal dos indivíduos e sua integração na sociedade e enquanto estão empregados, sob o teto da empresa o favorecem.
As relações com autonomos também podem ser redefinidas dependendo do contrato que se mantêm com o mesmo. Há diferenças, o autonomo é um profissional que não é empregado da empresa, tem um relacionamento diferente com o empregador que depende da negociação.
Porém o autonomo também é um cooperador. Esta é a característica que o autonomo não pode perder- cooperar - porque deixará de ser um parceiro importante.
O autonomo não pode causar danos, dolos ou atribuir má fama as empresas aonde mantem relacionamento porque será desqualificado como profissional ou para relacionamentos com outras empresas.
Os contratantes observam muito a maledicencia do autonomo durante as contratações.

Trabalhador e Consumidor
As empresas não podem se esquecer que os consumidores são vitais a sobrevivência da indústria, comércio e serviços. Os trabalhadores são consumidores em potencial. Quer sejam funcionários desta ou daquela empresa estão num ciclo de consumo aonde todos se beneficiam e podem crescer lucrativamente.
Quando um empregador treina um funcionário está preparando o mercado consumidor e profissional

Relacionamento Profissional
Ao contrário do que se pensa não é só o empregador que escolhe o empregado. O trabalhador desempregado escolhe minuciosamente também o bom empregador ou o bom patrão.
O trabalhadorr desempregado tem o direito de escolha sobre a empresa também, escolhe aonde enviar o curriculum e as empresas que lhe causam admiração.
Sempre procuramos patrões melhores do que nós mesmos seríamos, desejamos ter uma liderança forte, alguém capaz de nos orientar também.
Os empregadores de uma forma geral deveríam entender este "namoro" profissional que nunca tem fim. Podemos ser reintegrados a uma empresa, voltar a trabalhador com o mesmo empregador, ou prestar serviços sob outras formas para uma empresa com a qual já nos relacionamos.
O empregador nunca deve ter preconceitos, pois afinal é uma liderança transformadora do meio social.
Deve utilizar bons meios para "seduzir" candidatos "pensantes". Afinal o empresário de qualquer setor produtivo , produz "felicidade" com produtos, serviços ou gerando empregos.
Pode colaborar com o município aonde se instala e requerer também benefícios estabelecendo relacionamentos acima do esperado.
Afinal, todos nós temos a sociedade como objetivo. Viver feliz é uma necessidade.

Crise é oportunidade de investir em "empregos verdes", avalia OIT


Mariana Jungmann Repórter da Agência Brasil

Brasília - O especialista sênior da Organização Internacional do Trabalho (OIT) em Genebra, Peter Poschen, explica o relatório que indica o crescimento de empregos verdes, decorrentes das mudanças climáticas Brasília - Apesar de a Alemanha ter se manifestado recentemente dizendo que os países da União Européia deveriam diminuir o ritmo de seus programas de redução das emissões de carbono por causa da crise mundial, o conselheiro principal para desenvolvimento sustentável da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Peter Poschen, disse hoje (27) que a crise é, na verdade, uma oportunidade favorável para as políticas ambientais, com a criação dos chamados "empregos verdes" (postos em atividades ambientalmente sustentáveis).“Em crises anteriores, como a de 1929, as ações do governo para reverter os problemas econômicos acabaram se tornando as obras que alavancaram o desenvolvimento de países como Estados Unidos durante os anos seguintes”, explicou Poschen.Segundo ele, com a crise financeira, os investimentos governamentais vão se repetir e é a oportunidade de “pensar no que vai ser a infra-estrutura do século 21”.“Não é uma questão de consciência ambiental e, sim, de cálculos. A inconsciência energética é um desperdício de recursos”, avaliou o conselheiro da OIT.De acordo com ele, quando um país investe em economia de energia na construção civil, por exemplo, está apostando numa tecnologia que dará retorno financeiro ao longo dos anos, quando aquele prédio construído deixar de gastar.Poschen também defendeu que os países invistam em pacotes financeiros para gerar os “empregos verdes” - os postos de trabalho gerados a partir das necessidades de frear o aquecimento global, como a reciclagem ou a produção de biomassa. Segundo ele, além da geração de empregos, esse tipo de pacote também garante que o dinheiro será distribuído em diversas áreas e que vá gerar demanda.“Quando você injeta dinheiro diretamente na mão do cidadão, ele pode apenas usar esse dinheiro para pagar créditos anteriores Não há garantias de que vá gerar novas demandas. E o dinheiro também pode ficar mais concentrado em uma área do que em outras”, explicou Poschen.Os Estados Unidos, de acordo com ele, já têm um pacote para a geração de empregos verdes que vai investir US$ 100 bilhões e criar 2 milhões de novos postos de trabalho.

Emprego na indústria cresce, mas empresários temem redução em 2009


Mariana Jungmann
Repórter da Agência Brasil


Brasília - Apesar dos indicadores apresentados hoje (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) demonstrarem pessimismo entre os empresários brasileiros, a sondagem industrial do terceiro trimestre deste ano mostrou que o emprego industrial cresceu em relação ao trimestre anterior.
“No momento o emprego está muito bem mas, se a economia desacelera, em algum momento, isso vai afetar o mercado de trabalho”, explicou o gerente de política econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.
Segundo ele, o crescimento da indústria em 2009 será menor em função dos reflexos da crise no resto do mundo. “Com certeza, em 2009, o mercado de trabalho terá uma evolução menos favorável do que teve em 2008.”
Entre os 27 setores pesquisados na sondagem industrial, 22 registraram evolução no número de empregados acima de 50 pontos (numa escala de 0 a 100). Refino de petróleo e metalurgia básica registraram índice acima de 60 pontos no nível de emprego. Entre os setores que ficaram abaixo da média estão borracha, madeira e couros.

Dados do Ministério do Trabalho apontam criação de 282 mil empregos em setembro


Morillo Carvalho Repórter da Agência Brasil


Brasília - Em setembro foram criados, no país, 282.841 empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado hoje (15) pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi.De acordo com o ministério, houve crescimento de 12,6% em relação ao número de empregos gerados em setembro de 2007 (251.168 postos). Esse é maior resultado para o mês desde o início da série história do Caged, em 1992.O crescimento, com relação ao registrado em agosto, é de 0,92%.Entre janeiro e setembro deste ano foram criados 2.086.570 empregos, ultrapassando em 25,2% o recorde para o período registrado em 2004 quando, nos nove primeiros meses do ano, foram criados 1.666.188 postos de trabalho.

Crise não reflete no preço da cesta básica


Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil


Brasília - Os reflexos da crise financeira mundial ainda não chegaram às prateleiras dos supermercados no Brasil, e os preços dos principais produtos consumidos pelos brasileiros não tiveram alterações significativas nas últimas semanas.
De acordo com pesquisa realizada semanalmente pelo Procon do Estado de São Paulo, em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), o valor da cesta básica, na capital paulista, que era R$ 293,86 no dia 4 de setembro, passou para R$ 295,10 na última quinta-feira (9). Em julho, o preço médio da cesta básica era de R$ 304,27, na cidade de São Paulo.
Em Porto Alegre, onde os preços da cesta básica costumam estar entre os mais altos, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada mensalmente pelo Dieese, apontou uma queda no valor dos produtos essenciais, nos últimos três meses. Em julho, a cesta básica custava R$ 259,29 na capital gaúcha, valor que passou para R$ 241,16 em agosto e R$ 232,16 em setembro.
“Ainda não conseguimos sentir o reflexo dessa crise para os consumidores”, disse a diretora de Estudos e Pesquisas do Procon-SP, Valéria Rodrigues. Segundo ela, poderá haver apenas aumentos localizados e a variação dos preços dos alimentos, nos próximos meses, vai depender principalmente do ritmo das exportações. “Se os mercados externos se retraírem e não importarem, vai ter mais produtos aqui, a oferta vai ser maior e pode haver uma queda nos preços”, avaliou.
A presidente do Movimento das Donas-de-Casa e Consumidores do Rio Grande do Sul, Edy Maria Mussoi, também considera que os preços encontrados nos supermercados estão estáveis nas últimas semanas. Ela acredita que os preços de alimentos básicos como carne e feijão podem baixar até o fim do ano, especialmente pela expectativa de boas safras no campo.
Por isso, a recomendação é que os consumidores não façam estoques de alimentos em casa, e só comprem produtos em quantidade superior se estiverem em oferta. “Se nós desabastecermos os supermercados, a inflação vai voltar. Se tiver uma oferta, compre dois ou três itens a mais do produto, mas não faça estoque”, recomendou.
O mesmo conselho é dado pela diretora do Procon-SP. “Não temos nenhuma certeza do que vai acontecer, por isso recomendamos que as pessoas evitem gastos extraordinários. Então, fazer uma compra maior para ficar estocando alimentos não é recomendável, porque nada indica que há essa necessidade real”, disse Valéria Rodrigues.
Edy Maria também recomenda cautela nas compras de Natal e nas compras a prazo. “Não vamos nos deixar seduzir por ofertas sem calcular primeiro qual será o impacto dessa compra no nosso orçamento. O valor da parcela pode caber no bolso, mas temos que saber qual será o preço disso, quanto vamos pagar de juros”, alertou.
Outra recomendação é usar o décimo-terceiro salário para quitar as dívidas com juros maiores e adiantar o pagamento das contas do início do ano, como os impostos.

Tempo de espera em call centers não pode passar de um minuto, estabelece governo

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Brasília - Ministro da Justiça, Tarso Genro durante assinatura de portaria que regulamenta o tempo de espera em call centers. Brasília - Um minuto. Esse será o prazo máximo de espera nos serviços de atendimento ao consumidor, os chamados call centers. A partir de 1º de dezembro, entra em vigor a norma que estabelece o prazo máximo para que o consumidor seja atendido. A portaria foi assinada hoje (13) pelo ministro da Justiça, Tarso Genro. A regra vale para serviços regulados pelo governo – caso dos setores de telecomunicações, aviação civil, energia elétrica e água. As exceções são para o setor financeiro (bancos e financeiras), que deverá atender o consumidor em até 45 segundos, e de energia elétrica, contanto que haja uma pane generalizada do sistema de fornecimento. Às segundas-feiras, no quinto dia útil de cada mês e nos dias que antecedem e sucedem feriados, os call centers bancários poderão demorar até 90 segundos para atender o cliente.“Esta regulamentação faz uma inversão: a partir de hoje, quem deve sempre é o prestador do serviço e não o tomador. É uma conquista revolucionária do consumidor brasileiro”, avaliou Tarso Genro, que disse já ter sido vítima da demora dos serviços de call center diversas vezes antes de se tornar ministro. Agora, segundo ele, “quem acaba sofrendo é minha secretária”, brincou. De acordo com a portaria assinada hoje (que regulamenta o Decreto 6.523/08, assinado no fim de julho), o consumidor que se sentir lesado – seja pelo atendimento que ultrapasse o período previsto, seja por uma postura da empresa de não atender ao telefone – deverá procurar os Procons estaduais e registrar uma reclamação. Não será preciso levar provas: quem deverá provar inocência é a empresa.“O consumidor deve exigir o número do protocolo de atendimento. Ele pode reclamar na própria empresa ou nos Procons, Ministério Público e Defensorias Públicas. Toda vez que esse direito é descumprido, a empresa fica sujeita a sanções. São multas que vão de R$ 200 a R$ 3 milhões, que os órgãos podem aplicar”, detalhou o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Ricardo Morishita.O valor da multa poderá variar de acordo com alguns critérios: a gravidade da infração, da vantagem aferida e da condição econômica da empresa. “O consumidor quer deixar de ser usuário de uma empresa de telefonia, mas não conseguiu. É uma infração grave, porque compromete a liberdade do consumidor de usar ou não o serviço”, exemplificou Morishita.A regra vale para todos os setores em que não havia regulamentação específica, ou seja, internet banda-larga, transporte aéreo de passageiros, planos de saúde, transporte terrestre de passageiros, bancos, cooperativas, financeiras, seguros e transportes aquaviários de passageiros. Para telefonia, já existe regulamentação específica: o prazo é de até 10 segundos para o atendimento.Outra novidade imposta pela portaria é que os serviços de atendimento ao consumidor devem estar disponíveis 24 horas, sete dias por semana, quando o serviço fica disponível 24 horas (como a internet banda-larga), ou quando o consumidor pode usufruí-lo a qualquer momento, como os planos de saúde e seguros.

Sistema de formação de professores terá R$ 1 bilhão em 2009

Brasília - O novo sistema de formação de professores lançado hoje (10) pelo Ministério da Educação (MEC) terá R$ 1 bilhão em 2009 para ajudar estados e municípios a executarem seus planos estratégicos. O principal objetivo é ampliar o número de professores e melhorar a qualidade da formação desses profissionais. O sistema está apoiado unicamente em instituições públicas de ensino superior ou tecnológico e inclui a formação inicial e a continuada desses profissionais.“Nós sabemos que há instituições particulares que são boas formadoras, mas infelizmente é a minoria. As boas instituições formadoras, pelos indicadores de qualidade, são as públicas. E são elas que tem que assumir, via fomento, a responsabilidade por formar mais professores em cursos de qualidade comprovada”. A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) será responsável por fazer o repasse dessa verba às universidades.Segundo Haddad, a expectativa é que pelo menos 20 estados estabeleçam até dezembro um diagnóstico da demanda de professores necessários para atender a sua rede, além de metas qualitativas e quantitativas para essa formação.O principal foco é atingir os cerca de 300 mil professores que atuam hoje nas escolas públicas sem nenhuma graduação e outros 300 mil que são formados em outras áreas que não a pedagogia ou a licenciatura. São os chamados “professores leigos”, que não tem formação específica para atuar em sala de aula. De acordo com o secretário de Educação à Distância do MEC, Carlos Eduardo Bielschowsy, essa 600 mil vagas devem ser atingidas em três anos.Bielschowsy explicou que as universidades podem optar por incluir uma reserva de vagas nos cursos de pedagogia e licenciatura para professores que já atuam nas escolas públicas mas não têm ensino superior. Segundo ele, a Bahia já começou a elaborar seu plano e prevê 42 mil vagas de formação de professores em 10 instituições. Na Universidade Federal da Bahia (UFBA), por exemplo, 3 mil delas serão reservadas para esse público.A minuta do decreto que criará o novo sistema prevê ainda que a formação inicial de professores seja feita prioritariamente em cursos presenciais. Mas, em alguns casos, os profissionais serão formados por cursos de graduação à distância da Universidade Aberta do Brasil (UAB).A diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Juçara Vieira, defende que a formação seja feita em cursos presenciais. “Como nós temos sérios problemas na educação brasileira, a Capes adotou essa conceituação do 'preferencialmente presencial' e nós achamos que é um avanço. Mas enquanto outras profissões não aderirem à formação inicial à distância, com cursos para engenheiros, advogados, isso significa um arranjo apenas para a educação”, criticou. Na formação continuada, ou seja, cursos de atualização e aperfeiçoamento, a categoria não vê problemas em utilizar a modalidade à distância.O presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Almeida Guimarães, explicou que nesses casos o processo é semi-presencial. “A UAB tem pólos e eles são presenciais, então não é uma educação exclusivamente à distância, você tem treinamento presencial também. É uma educação semi-presencial”, aponta.
Amanda Cieglinski Repórter da Agência Brasil

Mais de 3,4 mil trabalhadores foram encontrados em situação de escravidão este ano


Ana Luiza Zenker Repórter da Agência Brasil


Brasília - Balanço divulgado hoje (9) pelo Ministério do Trabalho em Emprego (MTE) mostra que, de janeiro a setembro, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel resgatou 3,4 mil trabalhadores que estavam em condições análogas à escravidão. O resultado já é superior ao número de resgates de 2006. Em todo o país, foram realizadas este ano 87 ações, em 149 propriedades. O estado recordista em denúncias e libertações é o Pará, com 22 operações e 532 trabalhadores resgatados nas 50 propriedades fiscalizadas pelo grupo móvel.No período, foram lavrados quase 3 mil autos e pagos mais de R$ 6 milhões em indenizações trabalhistas. Problemas na estrutura dos alojamentos, que não são higienizados adequadamente e são desconfortáveis, estão entre as principais situações encontradas pelos auditores, procuradores e policiais federais durante as operações.Outras irregularidades comuns são falta de equipamentos de segurança, carga horária excessiva e cobrança diretamente no salário do trabalhador de despesas com comida, equipamentos e remédios.A forma mais encontrada de servidão continua sendo as dívidas dos trabalhadores com os empregadores, que são infinitas. Isso porque, a cada mês, os empregados têm mais despesas e, convencidos da dívida, trabalham para quitá-la.Desde que o grupo móvel foi criado pelo governo, em 1995, foram resgatados mais de 31 mil trabalhadores. De 2003 a 2008, quase 18,5 mil foram retirados de situação degradante ou semelhante à escravidão. O recorde de libertações foi registrado em 2007, com quase 6 mil pessoas retiradas desse tipo de situação em 116 operações realizadas em todo o país.

Decreto regulamenta isenção de taxa em editais de concursos públicos

Da Agência Brasil -03/10/2008

Brasília - A partir de hoje (3) os editais de concursos devem trazer no texto a possibilidade de isenção de taxa de inscrição para candidatos de baixa renda. De acordo com o Decreto n.º 6.593 publicado no Diário Oficial da União, estão livres do pagamento quem estiver inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e quem comprovar a baixa renda da família.
A instituição organizadora do concurso consultará o CadÚnico para comprovar a veracidade das informações prestadas pelo candidato.
O edital da seleção definirá os prazos limite para a apresentação do requerimento de isenção, assim como da resposta ao candidato do deferimento ou não do pedido

Visualizações de páginas da semana passada

Counter

hot ukraine women contatore visite website counters
Besucherzahler plentyoffish.com
website counter

Arquivo do blog